A igreja de Antioquia: um roteiro bíblico para as congregações de hoje
E se a sua congregação redescobrisse o caminho que transformou uma cidade inteira no primeiro século?
Em Atos 11, lemos que foi em Antioquia que os discípulos foram chamados de “cristãos” pela primeira vez. Não era um apelido carinhoso — era o reconhecimento de que aquele povo se parecia tanto com Cristo que precisava de um nome novo. Aquela comunidade, formada por gente comum — refugiados da perseguição, cipriotas, cireneus — tornou-se a base de onde o evangelho alcançou o mundo.
Antioquia nos deixa um roteiro. Três marcas que continuam atuais:
1. Uma identidade enraizada em Cristo
Antes de qualquer estratégia, eles eram conhecidos por se parecerem com Jesus. Congregações saudáveis hoje começam no mesmo lugar: uma identidade formada pelo evangelho, não por modismos.
2. Uma generosidade que atravessa fronteiras
Quando a fome atingiu a Judeia, a igreja de Antioquia — ela mesma jovem e necessitada — enviou ajuda (Atos 11:27-30). Generosidade não é o que sobra; é o que se decide primeiro.
3. Uma comunidade que envia
Em Atos 13, o Espírito disse: “separem-me Barnabé e Saulo”. A igreja orou, jejuou e enviou seus melhores. Igrejas que crescem para dentro murcham; igrejas que enviam florescem.
Foi estudando essa comunidade que escrevi o livro Antioquia — uma jornada pelas doze marcas de uma igreja capacitada pelo Espírito, centrada no evangelho e movida pela missão, com resumos e perguntas para reflexão em cada capítulo.
Se a sua congregação — ou o seu coração — sente falta desse caminho, comece por aqui: conheça o livro Antioquia.
E se quiser percorrer esse roteiro com outros irmãos, a Mentoria De Volta a Antioquia começa em outubro: saiba mais.
Voltemos à essência. Voltemos a Antioquia.

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